BIOGRAFIA

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sábado 04 setembro 2010 20:44 , em BIOGRAFIA


Green Day Biografia 1ª Parte

Green Day é uma banda de punk rock dos Estados Unidos formada em 1987 em East Bay, Califórnia. A banda é composta por Billie Joe Armstrong, Mike Dirnt e Tré Cool. Mike Dirnt e Billie Joe Armstrong se conheceram aos 10 anos de idade, pouco antes do pai de Billie morrer de câncer. Dirnt foi um dos poucos amigos de Billie que chegou a conhecer seu pai. Quando Mike completou 15 anos, ele se mudou para a casa de Billie e, os dois, para se sustentar, começaram a trabalhar de ajudantes de garçom no Rod's Hickory Pitt. No ano de 1987, Mike e Billie fundaram uma banda, e a batizaram de Sweet Children. O primeiro show deles aconteceu no dia 17 de outubro daquele ano, no Rod's Hickory Pit em Vallejo, Califórnia, onde a mãe de Armstrong trabalhava. Em 1988, Armstrong e Dirnt começaram a trabalhar com o ex-baterista do Isocracy, John Kiffmeyer, também conhecido como Al Sobrante. Kiffmeyer atuou como baterista e gerente de negócios da banda, organizando shows e ajudando-lhes a estabelecer uma base de fãs. Pouco tempo depois, fizeram um show em um clube chamado Gilman Street, nesta mesma época, Tré Cool tocava na banda The Lookouts. Algum tempo depois, Larry Livermore, dono da Lookout! Records, viu a banda tocar, e logo eles conseguiram assinar contrato com a gravadora. Em 1989, o Green Day grava seu primeiro EP, intitulado 1,000 Hours. Antes de 1,000 Hours ser lançado, eles abandonaram o nome Sweet Children, de acordo com Livermore isso foi feito para evitar confusão com outra banda local, Sweet Baby. Por conta disso, mudaram o nome para "Green Day", nome derivado de uma gíria americana que significa deixar de fazer suas obrigações para ficar fumando maconha o dia todo. A Lookout! lançaria no início de 1990 o primeiro LP da banda, 39/Smooth. Na sequência mais dois discos lançados, os EPs Slappy e Sweet Children, o último incluiu algumas canções antigas que haviam sido gravadas para a gravadora Skene! Records, de Minneapolis. Em 1991, lançaram o álbum 1,039/Smoothed Out Slappy Hours, uma compilação dos EPs Slappy, Sweet Children e 1,000 Hours. No final de 1990, logo após a primeira turnê nacional da banda, o baterista Sobrante anunciou sua saída do grupo para frequentar a faculdade. Com a saída de Al, o Green Day chamou um baterista substituto temporário, Dave E.C., que tem créditos na canção "2000 Light Years Away". Quando se preparavam para gravar seu segundo álbum, eles chamaram um outro baterista, Tré Cool agora fazia parte do grupo, e a formação final do Green Day estava completa. A banda saiu em turnê em 1992 e 1993, com uma passagem pela Europa. Em 1992, Kerplunk foi lançado e a reputação da banda cresceu tornando-a mais produtiva da Lookout! Records.

terça 24 agosto 2010 19:44 , em BIOGRAFIA


Biografia 2ª Parte

“Nós nunca nos preocupamos com o sucesso,” diz o baterista do Green Day, Tré Cool, relembrando das primeiras turnês da banda. “Estávamos apenas a procura de locais para fazer shows. Não nos preocupávamos com o número de pessoas que pudesse aparecer ou o quanto iríamos ganhar. Acho que isso foi a chave, o que nos ajudou a ter longevidade e acho que esta é a razão de estarmos aqui hoje.” Longevidade e punk rock têm sido dois conceitos mutuamente exclusivos. Não apenas o Sex Pistols se destruiu após apenas um álbum, mas a sua crença “sem futuro” similarmente serviu para lendárias bandas punks como The Clash, The Jam, Dead Kennedys, Black Flag, Minor Threat e Hüsker Dü, nenhuma das quais chegou aos dez anos de existência. E enquanto bandas punks originais da leva de ’77 como The Damned e os Buzzcocks (sem mencionar duas do lado americano como Bad Religion e Rancid) se esforçam para manterem-se ativas hoje em dia, apenas poucas podem argumentar que seus novos esforços são superiores ao seu antigo e mais influente material. Idem para os Ramones, lamentavelmente, que terminou sua carreira 11 anos após o lançamento de seu último ótimo disco Too Tough To Die, de 1985. O Green Day, no entanto, não está só na ativa como melhor do que nunca. Alguns 17 anos após o lançamento do seu primeiro EP, o vinil “1,000 Hours” e 11 anos após “Dookie” ter explodido no mainstream, a banda está lotando estádios em suporte ao álbum American Idiot, o melhor álbum de sua carreira, até hoje. Um protesto conceitual na veia de Tommy do The Who, Ziggy Stardust de David Bowie e Zen Arcade da banda Hüsker Dü, o vencedor do Grammy, American Idiot comunica efetivamente o desespero latente, confusão e paranóia dos dias de hoje durante a era Bush II, mas também demonstra Cool, o vocalista/guitarrista Billie Joe Armstrong e o baixista Mike Dirnt elevando o nível de suas composições e musicalidade, ao invés de apenas reinventar antigos hits como “Basket Case”, “Longview” ou “Good Riddance (Time Of Your Life)”. “Todos os meus heróis fizeram álbuns monumentais que se transformaram em pontos de referência em suas carreiras,” Armstrong explicou no verão passado, um pouco antes do lançamento de American Idiot. “Eu acho que, definitivamente, nós queríamos ter este tipo de referência em nossa carreira, meio que criar este álbum monumental. Queremos fazer parte da evolução do rock n’ roll, ponto final.” Deixando de lado a imagem já conhecida do Green Day como palhaços brincalhões que adoram maconha, o trio sempre foi extremamente sério em elevar o nível do jogo a cada álbum lançado. “Cada álbum que fizemos tem sido uma progressão,” diz Dirnt. “Toda vez é uma experiência nova e excitante, mesmo desde a época quando íamos ao estúdio gravar tudo ao vivo e então depois gravarmos os vocais.” Quando Dirnt e Armstrong começaram a tocar música juntos pela primeira vez nos anos 80, o punk rock ainda não fazia parte da equação. Garotos de classe média trabalhadora da cidade de Rodeo, ao norte da Califórnia, eles eram obcecados pelo rock de arena que sobressaía na época. “A gente ainda curtia heavy metal na época,” relembra Armstrong. “A gente tocava Ozzy, AC/DC, Kiss e tal.” “Eu me lembro de Billie tocando Diver Down do Van Halen para mim,” diz Dirnt. “Eu nunca tinha ouvido Van Halen até então, e para mim foi tipo “Whoa!” Mas uma vez que Dirnt e Armstrong começaram a se aventurar cerca de 20km até a cidade universitária de Berkeley, os sons crus e mais poderosos do punk começaram a substituir a sua paixão pelo metal. “Eu acho que foi no verão antes do primeiro colegial que começamos a assistir os nossos primeiros shows e começamos a ser influenciados pelo punk rock,” diz Armstrong. “Nós íamos na Rasputin Records em Berkeley. Eles tinham uma coleção de punk rock enorme e começamos a conhecer essas pessoas, uns loucos, artistas, caras criativos, e punks e fomos mergulhando cada vez mais fundo nisso.” Na época, o centro da cena punk de Berkeley era um clube conhecido como Gilman Street, que acabou se tornando o lar-doce-lar longe de suas casas para Armstrong e Dirnt. “Minhas bandas favoritas de todos os tempos costumavam tocar lá, erma bandas locais como Operation Ivy, Crimpshrine, Sewer Trout, Neurosis, Isocracy e Corrupted Morals,” diz Armstrong. “Você tinha que ter uma carteirinha para entrar e a atitude do local era ‘Proibido Brigas! Proibido Bebidas! Proibido Racismo! Proibido Sexismo!’. Existia muitas nuances políticas em torno do clube e eles tinham muitas mostras excelentes de música e arte e us grafites irados nas paredes. Era um lugar com o qual nos identificamos e crescíamos como indivíduos ali.” “Definitivamente era o lugar para irmos sempre, toda hora,” diz Cool. “Você sempre podia ir ao Gilman. Mas éramos meio mimados na Bay Area, pois naquela época era possível ir á tantos shows em qualquer noite na semana. Em qualquer noite teríamos, por exemplo, umas 30 bandas tocando.”

domingo 09 janeiro 2011 09:35 , em BIOGRAFIA


Biografia 3ª Parte

Em 1988, quando Armstrong e Dirnt começaram a tocar em clubes locais e festas de colegiais com o nome Sweet Children, eles já não se aventuravam mais no seu velho repertório de cover de Ozzy e AC/DC. “Ali a gente já havia abandonado o lance do metal,” explica Dirnt. “Todos queriam ser aquele guitarrista virtuoso e a gente já estava cansado disso. A gente pensava ‘Sabe o quê? Aqueles punks legais pra caramba estão tocando em instrumentos que são um lixo assim como os nossos. A gente também pode fazer isso!’ Além disso, as garotas eram mais bonitas do outro lado da grade.” No começo, o Sweet Children não conseguia um show sequer no Gilman Street. “Eles diziam que éramos muito poppy,” diz Dirnt. Mas, com a entrada do baterista John Kiftmeyer (a.k.a Al Sobrante) que tocava na banda Isocracy com certeza conseguiram uma entrada maior no clube. “Ele tinha um ‘conhecido’ lá dentro,” diz Armstrong. “Eu acho que conseguimos nosso primeiro show lá por volta de Novembro de 1988.” Um pouco após, a banda gravou um EP de quatro canções, chamado “1,000 Hours” para o selo independente Lookout! Records. “Nós fomos nesse estúdio, o Art Of Ears em San Francisco e gravamos com um cara chamado Andy Ernst, que havia gravado o EP do Corrupted Morals, que também tinha sido lançado pela Lookout!,” Armstrong lembra. “Nós gravamos e mixamos o material em apenas algumas horas.” Nesta época, Armstrong já utilizava a “Blue”, sua guitarra Fernandes cheia de adesivos que se transformou em sua marca registrada nos anos 90. “Tenho esta guitarra desde os meus dez anos de idade,” ele diz. “Eu a utilizei em tudo o que gravamos para a Lookout! Só depois do Insomniac que eu comecei a testar outras guitarras como Les Pauls e Les Paul Jrs.” Na época que a Lookout! lançou “1,000 Hours”, na primavera de 1989, a banda havia mudado o seu nome para Green Day. O nome surgiu de uma gíria de Berkeley que significava passar um dia inteiro á base de maconha e fazia muito sentido para a banda na época, mesmo que o foco acelerado do trabalho não parecesse ser de um bando de moleques sob o efeito da droga. Apesar de serem sobressaídas pela guitarra distorcida de Armstrong, canções como “Dry Ice” e “The One I Want” revelavam que o guitarrista já tinha uma queda para composições de canções bem arranjadas, com estruturas clássicas e com levadas pop bem grudentas, um dom que só serviu bem á banda no futuro. 1,000 Hours foi muito bem recebido nas comunidades onde foi distribuído, mas foi o full-length sucessor 39/Smooth, que ajudou o Green Day a se estabelecer fora do círculo da cena de Berkeley. Essencialmente como um documento da banda ao vivo em estúdio na época de ’89-’90 o álbum se deu muito bem na veia do primeiro EP em canções como “At The Library”, “Going To Pasalacqua” e “Judge’s Daughter”. “Nós gravamos o álbum ao vivo e então depois fizemos uns overdubs, apenas dobrando algumas guitarras aqui e ali,” diz Armstrong. “Nós já tocávamos as canções por cerca de um ano a algumas por bem mais tempo que isso. Nós entramos em estúdio e gravamos tudo em dois dias por cerca de 700 dólares.” O ano de 1990 provou-se ser extremamente atarefado para o Green Day. A banda não apenas caiu na estrada para a sua primeira turnê nacional, em suporte ao álbum 39/Smooth, mas também gravaram mais dois EPs – Sweet Children, para o selo Skene! de Minneapolis e Slappy, para a Lookout! Records. O primeiro ainda causa alguma confusão entre os fãs da banda, pois alguns julgam que este foi, na verdade, o primeiro lançamento da banda. Na verdade, o EP conta com três sobras de estúdio da época de Sweet Children (e uma cover do The Who, com “My Generation”), que foi gravada em um dia de folga da tour da banda no verão de 1990. “O que queríamos era gravar,” diz Dirnt. “Mantermos-nos criativos e ativos era realmente muito importante para nós. Nunca fomos uma banda de voltar ao estúdio para re-gravar coisas antigas, mas tivemos uma proposta de lançar alguma coisa no centro-oeste e uma vez que já estávamos tocando estas canções que acabaram no EP Sweet Children foi meio que ‘Ei, temos umas horas de estúdio, vamos gravá-las!’ E então, quando voltamos, gravamos o Slappy. A gente estava sempre tentando extrair canções.” (Embora versões em vinil originais sejam extremamente raras, as canções de 1,000 Hours e Slappy podem ser ouvidas na versão expandida de 39/Smooth que a Lookout! Records lançou como 1.039/Smoothed Out Slappy Hours. As canções de EP Sweet Children foram incluídas como faixas-bônus no album Kerplunk!).

domingo 09 janeiro 2011 10:08 , em BIOGRAFIA


Biografia 4ª Parte

A sessão de gravação do EP Sweet Children marcou o fim do uso do baixo Peavey Patriot de Mike Dirnt, que usou nos álbuns 1.000 Hours e 39/Smooth, além do começo de seu longo relacionamento com o Gibson Grabber G-3. “O show que fizemos um dia antes de ir para St. Louis gravar o EP Sweet Children foi em Dakota do Sul e a correia do meu baixo rasgou e o meu Peavey Patriot foi direto para o chão. No dia seguinte, quando abri o case, descobri que o baixo havia pegado uma rachadura de madeira e se partiu no meio, eu disse ‘Caralho!’. Então, tinha esse outro baixista que eu conhecia em Minneapolis que me disse, ‘Ei, eu tenho esse Gibson velho que acabei de comprar por 180 dólares. Se quiser, vendo para você.’ Era um Grabber G-3, com três captadores, e ele nem tinha tocado o baixo ainda. Liguei-o no meu amplificador Yamaha, toquei uma nota e disse ‘Vou levar!’ Ele ficou boquiaberto, aquela nota soou tão bem que ele sabia que tinha feito merda. Ele me deixou pagá-lo quando a gente chegasse da turnê. Ele me cobrou 180 dólares, mas eu enviei 200 para ele. Eu usei o baixo desde o Kerplunk! até o Insomniac e fiz mais de 500 shows com ele. Finalmente eu aposentei baixo depois da terceira vez que o neck quebrou, mas eu ainda tenho ele em casa.” John Kiftmeyer é um bom baterista, á sua maneira, mas sua decisão de sair da banda para entrar na faculdade logo após a gravação do EP Slappy foi provavelmente a melhor coisa que aconteceu para o Green Day em 1990, simplesmente por que o fato abriu as portas para a entrada de Tré Cool no posto de baterista. Apresentado pela banda através da Lookout! Records – anteriormente ele havia tocado bateria na banda Lookouts, que era liderada pelo dono da gravadora, Larry Livermore – Cool combinava levadas marcantes na bateria com uma expressão pessoal de inquietação e olhos esbugalhados. Imediatamente ficou claro para Armstrong e Dirnt que Cool era a peça que falta no quebra-cabeça do Green Day. “Todas as minhas bandas favoritas têm personalidade e existem indivíduos e características marcantes por trás da música,” diz Armstrong. “De The Who ao Cheap Trick, de AC/DC aos Sex Pistols, ali existem personagens reais que as pessoas começam a ser identificar e este é o tipo de banda na qual sempre quis estar. E, na boa, quando você tem Tré Cool e Mike Dirnt em uma mesma banda não dá para pedir mais nada!” “Com certeza foi uma mudança para melhor,” diz Dirnt. “Tré era um baterista melhor e era mais parecido conosco em idade e mentalidade. E ele tinha uma van!” “Eu dirigi muito,” diz Cool. “E agendei muitos shows também, este tipo de coisa.” Como muitas bandas da época pré-internet e pré-celular, o Green Day trocava informações de turnês e rotas de viagens com as bandas que eles conheciam, além disso mantinham uma agenda atualizada com telefones de casas de shows, bookers e de alguns garotos colegiais cujos pais não importariam de ceder uma noite em casa á uma banda punk viajante. O sistema funcionava muito bem, mas claro, sempre acontecia algum imprevisto. “Certa vez, dirigimos a noite inteira até a próxima cidade e então, o garoto da casa onde supostamente iríamos ficar não atendia ao telefone,” diz Cool. “Não tínhamos nenhum outro contato naquela cidade, mas tínhamos um show lá no dia seguinte. De repente, passamos por uma fábrica de colchões, não pensamos duas vezes, sabendo que com certeza teriam colchões atrás dela, fomos até lá. Montamos uma pequena cabana de colchões atrás das lixeiras e passamos a noite ali, atrás do lixo. Foi uma delícia!” Naqueles dias, a banda ganhava raramente algo mais do que $100,00 por show, então, financiavam as suas turnês vendendo camisetas de show em show explica Cool, “Nós pegávamos os $40 que não gastaríamos com combustível, íamos até o K-Mart mais próximo e comprávamos todas as camisetas brancas G e GG que tinham por lá, depois íamos á casa de alguém que possuísse uma mangueira de água e um bom espaço para estocarmos as camisetas. Então, imprimíamos as imagens nas camisetas, em cima do case de guitarra do Billie – umas 24 camisetas – e vendíamos todas no dia do show. Chegamos á um ponto onde nós acabávamos com os estoques dos K-Mart. Você sabe que está se dando bem quando consegue comprar todo o estoque de um K-Mart.” Havia outros indícios que o fenômeno Green Day estava ganhando notoriedade, também: Lançado no começo de 1991, o álbum Kerplunk! instantaneamente quebrou todos os recordes de vendas da Lookout!, graças ao que era facilmente a melhor coleção de canções da banda até então. Faixas como “Christie Road”, “Who Wrote Holden Caulfield?” e uma antiga versão de “Welcome To Paradise” combinavam a energia da banda ao vivo, enquanto Armstrong refinava sua habilidade nas composições de suas letras sobre amor e alienação. Ainda, a balada acústica “The Words I Might Have Ate” e a piada country de Cool sobre sadomasoquismo “Dominated Love Slave” mostravam uma banda preocupada em expandir seus horizontes musicais, além do pop-punk de guitarras distorcidas.

domingo 09 janeiro 2011 10:14 , em BIOGRAFIA


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